"Porque caímos? Para podermos aprender a nos levantar". Maldita frase feita só para fazer eu me sentir ainda mais fraca. E se eu não quiser levantar? E se eu não tiver forças? E se eu não tiver ninguém para me salvar de mim mesma...
O pior inimigo é aquele que é igual a você, o mundo é feito em ying yang para haver equilíbrio: "as forças do bem contra o mal", "filmes em preto e branco", "sorriso e lágrima separados apenas pelo nariz". Mas o que eu quero saber é como voltamos a nos estabilizar? Porque um lado pesa mais que o outro em certas situações não deixando nós pensarmos, agirmos e vivermos...
Eu estou cansada... Cansada de lutar e morrer na praia, cansada de sorrir quando não quero, cansada de fingir que está tudo bem enquanto eu mesma me engano jogando tudo para debaixo do tapede.
Minha cabeça é minha pior inimiga, não preciso de ninguém para falar que se eu continuar assim vou ficar sozinha para sempre...
O grande problema é que me acostumei a ficar à margem da minha própria vida. Parece que tudo que vivi até agora não passou de um sonho e agora vivo essa realidade que faz questão de me fazer cair e que cada vez que tento me levantar, eu caio de novo. Só sei que me perdi...
Viver em sincretismo é estranho, enquanto escrevo palavras tristes penso em coisas boas como o quanto isso vai me engrandecer ou que tais desventuras fazem parte da vida, ocilações perfeitas em 1,618 do divino.
Só que às vezes eu esqueço de me salvar... Esqueço porque respiro, porque estou sozinha, porque dou tantos custos aos meus pais e etc.
Mas deve fazer parte do Sol na casa 12 que tenho, eu sou meu próprio "O médico e o monstro", ao mesmo tempo que me curo me firo com a mesma intensidade. Talvez seja meu ying yang perceptível, pois ser geminiana, introspectiva e romântica é uma merda.
Vejo dentro de mim a velha chata que me manda estudar até dormir para conseguir uma bolsa na faculdade, a jovem sozinha que se sente incapaz de atender às exigências da velha e a menina que vê tudo cor-de-rosa, mas não é valente o suficiente para tirar as lentes e colorir, ela prória, o seu quadro em branco.
Foi uma metáfora, deu para entender?
É, eu sei, às vezes eu também não me entendo, basta me dar uma folha e um lápis para que eu preencha cada espaço com frases, orações e períodos de meu sincretismo eloquente.
Estar bem é finito e estar mal também, só temos que ter paciência e força para mudar ou esperar a maré baixar.
Mas ainda me pergunto
Se um dia vou encontrar
"Alguém que me mate
E me dê a luz cada dia"
Como num conto que projeto
Meu verdadeiro "eu"
No qual eu adoro rimar...
E consequentemente
Me machucar.
contos, poesias, histórias e ninharias. encheções de linguiça, músicas e velharia. sonhos, tempo, momentos e pensamentos. discussão, ação, contradição e emoção. palavras e silêncios, tudo e nada.
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
tive que mudar o título anterior porque não combinava.
Finalmente eu tirei da gaveta histórias e velharias que tinha esquecido não sei porque... Desculpe algum erro de português, mas é porque hoje é o meu primeiro dia. Realmente não sei o que escrever. Fico sem graça sobre pressão agora que vejo que todos me veem na multidão. Me escondia porque queria, um refúgio confortável e cômodo que me acostumei através dos tempos em que passei só a observar o alento. Estou rimando sem querer, fico sem jeito de expressar e dizer tudo aqui entalado e modificado, com metáforas e ironia eu vou rindo cada dia do humor negro da vida. Só queria dizer olá, mas pelo visto começei a declamar...
Vou tentar ao menos ser eloquente nesse meu sincretismo de risos e choros, um passo depois o outro, inspiração e consequente vazio existencial que nem ao menos existe...
Loucura?
Não sei... Vai ver que somos todos loucos, que a verdadeira loucura está presente naqueles que não sabem que estão loucos. Salve Sócrates por sinal...
Realmente não era a minha idéia inicial começar este blog já falando de "hermetismos" e neologismos passionais. Vão acabar tendo uma idéia errada do que pretendo falar e discutir aqui... Mas não importa, pelo menos não vão se assustar.
Brincadeira.
A graça do cotidiano é ele ser contínuo e por mais que tentamos nos enganar que nada de novo vai acontecer há ao menos uma coisa que faz a diferença quando colocamos a cabeça no travesseiro à noite.
( E é ai onde eu queria chegar)
Essa cabeçinha lotada de coisinhas tem pensamentos para contar: pode ser de como aquele garoto que entregou umas moedinhas à um menino de rua foi fofo, ou de como aquele sapato que comprei apertava, mas não me importei pois era bonito demais, de como cada dia mais tem gente triste pelas ruas que só andam de cabeças baixas e ignoram a presença uns dos outros e pior, a suas próprias, ou como seria legal hoje não ter passado naquele atalho e ido passear mais um pouquinho antes de ir para casa.
Esse é o sincretismo de que vos falo agora mais formalmente porque ficou bonito ;)
A vida é isso mesmo, um monte de horas que se repetem de acordo com o destino e o livre arbítrio e uma pontada de cinema e poesia. Só basta mesmo indentificarmos essas ocilações nas quais são todas válidas e continuar.
Há todos os tipos de dias: o dia história-fantástica, o dia poesia-segunda-geração-romântica, o dia comentário-socio-político-econômico-mundial-mais-sério, o dia de silêncios e preguiças, o dia de inspiração divina e os dias vou-comentar-sobre-qualquer-coisa-mesmo.
Enfim... Não disse nada que planejava dizer no primeiro comentário do blog afinal... Fugi completamente do assunto, mas tudo bem.
Era mesmo para dizer "olá" e "bem vindos". Espero que gostem e deixem comentários se quiserem.
O spalla começa à tocar e como diria Machado: "A vida é uma ópera" e não percamos mais tempo com formalismos ou não.
Que se abram as cortinas.
Vou tentar ao menos ser eloquente nesse meu sincretismo de risos e choros, um passo depois o outro, inspiração e consequente vazio existencial que nem ao menos existe...
Loucura?
Não sei... Vai ver que somos todos loucos, que a verdadeira loucura está presente naqueles que não sabem que estão loucos. Salve Sócrates por sinal...
Realmente não era a minha idéia inicial começar este blog já falando de "hermetismos" e neologismos passionais. Vão acabar tendo uma idéia errada do que pretendo falar e discutir aqui... Mas não importa, pelo menos não vão se assustar.
Brincadeira.
A graça do cotidiano é ele ser contínuo e por mais que tentamos nos enganar que nada de novo vai acontecer há ao menos uma coisa que faz a diferença quando colocamos a cabeça no travesseiro à noite.
( E é ai onde eu queria chegar)
Essa cabeçinha lotada de coisinhas tem pensamentos para contar: pode ser de como aquele garoto que entregou umas moedinhas à um menino de rua foi fofo, ou de como aquele sapato que comprei apertava, mas não me importei pois era bonito demais, de como cada dia mais tem gente triste pelas ruas que só andam de cabeças baixas e ignoram a presença uns dos outros e pior, a suas próprias, ou como seria legal hoje não ter passado naquele atalho e ido passear mais um pouquinho antes de ir para casa.
Esse é o sincretismo de que vos falo agora mais formalmente porque ficou bonito ;)
A vida é isso mesmo, um monte de horas que se repetem de acordo com o destino e o livre arbítrio e uma pontada de cinema e poesia. Só basta mesmo indentificarmos essas ocilações nas quais são todas válidas e continuar.
Há todos os tipos de dias: o dia história-fantástica, o dia poesia-segunda-geração-romântica, o dia comentário-socio-político-econômico-mundial-mais-sério, o dia de silêncios e preguiças, o dia de inspiração divina e os dias vou-comentar-sobre-qualquer-coisa-mesmo.
Enfim... Não disse nada que planejava dizer no primeiro comentário do blog afinal... Fugi completamente do assunto, mas tudo bem.
Era mesmo para dizer "olá" e "bem vindos". Espero que gostem e deixem comentários se quiserem.
O spalla começa à tocar e como diria Machado: "A vida é uma ópera" e não percamos mais tempo com formalismos ou não.
Que se abram as cortinas.
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