Que frustração a minha... Mas que raios de escritora eu sou afinal? Nem consigo desenvolver um tema que estou pensando há dias e agora que arranjo tempo, puf! Nada sai...
Queria escrever algo significativo ao menos para mim, mas já vi que não vai ser possível... Se eu escrever algo sobre filmes vão achar que eu só falo disso ou se eu contar como foi o meu dia de hoje vai ser muito monótono até porque não fiz nada de especial, se eu colocar uma poesia triste vou estar mentindo porque eu estou bem, sabe? Não me sinto triste, apenas frustrada e chateada por constatar que sou uma daquelas pessoas que só consegue escrever quando há o emocional influindo... Caramba... Será que é esse mesmo o meu fim?? Escrever tipo redações que me indicam um tema e com ele desenvolvo? Onde está a minha época que o melhor tema era o tema livre, hoje isso seria uma extrema dificuldade para mim porque eu perdi o meu talento (se é que algum dia eu tive um).
Ai meu Deus... Eu não tenho mais nenhum!! Minha família vai me deserdar, meus amigos não vão mais pedir para que eu escreva redações em inglês para ajudar no curso, meu blog vai ficar às moscas e minha idéias que ainda não concretizei em papel vão secar e murchar como a minha orquídea aqui do lado que faz tempo que não recebe uma água...
Será? (...)
Do que eu vou viver? No que eu vou pensar a noite? Hoje eu tentei criar um videoclipe para uma música que eu estava escutando no ônibus e só consegui acompanhar a letra da música, caramba! Nem a melodia me chamou a atenção! ai ai ai ai (movimentos para frente e para trás como uma louca na cadeira na frente do computador). To me sentindo sem inspiração para escrever sobre qualquer coisa com conteúdo, apesar de eu estar jóia! Não estou vazia... Aliás... (lâmpadazinha acende a cima de minha cabeça e eu fito com os olhos semi-cerrados uma foto na minha frente estilo Sherlock). Estou muito ocupada com o meu real! Eureka!
Claro! Estou preocupada com os seminários, trabalhos e provas da faculdade; correndo de um lado para o outro do Rio para resolver problemas de viagem; acontecimentos atrás de acontecimentos (não necessariamente ruíns); ajudando e me preocupando com uma penca de amigos e família; pensamentos sobre alguém real que só consigo fantasiar e reviver o que já aconteceu (para a minha maior frustração. cara... isso nunca me aconteceu: bloqueio sentimental misturado com um certo alguém 0.o) e fora outras insônias, falta de filmes (decorrente pela falta de tempo que me deixa realmente me sentindo vazia) e também o cansaço...
É... Putz... To cansada apesar de não ter sono, é só uma gigantesca vontade de não fazer nada e ficar na frente da tv assistindo a clássicos (só e somente clássicos para preencher esse meu vazio existencial sem motivo no qual eu me encontro no momento, apesar de eu estar bem, repito, estranhão, to bem, mas hajo comigo mesma como se estivesse mal, é o hábito.... que horror).
Que idiota. Acabei escrevendo pra caramba coisas que estavam passando na minha mente e eu dizendo que não tinha nada para escrever... HA HA HA ¬¬'' Que drama Laís, vou deixar de propósito o texto na íntegra só para vocês verem que eu acabei me atropelando em dramas súbitos e voltas de ânimo. Preciso cuidar disso... =S To muito estranha... Talvez sejam as novidades e iminêcia de felicidade após o arco-íris que me desacostumei... Talvez eu esteja tentando me puxar para baixo de novo sempre quando as coisas começam a ir bem por defesa, traumas passados ou sei lá... Aliás, acho melhor ir parando por aqui, senão vou de frustração -> dramalhão -> felicidade -> psicótica -> e tristeza de novo. Pára , pára, vai assustar as pessoas...
^^
Bem... Aqui eu me despeço, queridos leitores corajosos, que se aventuram a ler essas minhas coisas nada a ver. Não leve a sério... A mente humana não é uma coisa para ser levada a sério (principalmente a parte esquerda dela, segundo a Bu, se estiver errado a culpa é dela hahahahhaha).
Bem... Pela segunda vez e última,
au revoir.
contos, poesias, histórias e ninharias. encheções de linguiça, músicas e velharia. sonhos, tempo, momentos e pensamentos. discussão, ação, contradição e emoção. palavras e silêncios, tudo e nada.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
alguém por favor me mate e me dê a luz.
"Porque caímos? Para podermos aprender a nos levantar". Maldita frase feita só para fazer eu me sentir ainda mais fraca. E se eu não quiser levantar? E se eu não tiver forças? E se eu não tiver ninguém para me salvar de mim mesma...
O pior inimigo é aquele que é igual a você, o mundo é feito em ying yang para haver equilíbrio: "as forças do bem contra o mal", "filmes em preto e branco", "sorriso e lágrima separados apenas pelo nariz". Mas o que eu quero saber é como voltamos a nos estabilizar? Porque um lado pesa mais que o outro em certas situações não deixando nós pensarmos, agirmos e vivermos...
Eu estou cansada... Cansada de lutar e morrer na praia, cansada de sorrir quando não quero, cansada de fingir que está tudo bem enquanto eu mesma me engano jogando tudo para debaixo do tapede.
Minha cabeça é minha pior inimiga, não preciso de ninguém para falar que se eu continuar assim vou ficar sozinha para sempre...
O grande problema é que me acostumei a ficar à margem da minha própria vida. Parece que tudo que vivi até agora não passou de um sonho e agora vivo essa realidade que faz questão de me fazer cair e que cada vez que tento me levantar, eu caio de novo. Só sei que me perdi...
Viver em sincretismo é estranho, enquanto escrevo palavras tristes penso em coisas boas como o quanto isso vai me engrandecer ou que tais desventuras fazem parte da vida, ocilações perfeitas em 1,618 do divino.
Só que às vezes eu esqueço de me salvar... Esqueço porque respiro, porque estou sozinha, porque dou tantos custos aos meus pais e etc.
Mas deve fazer parte do Sol na casa 12 que tenho, eu sou meu próprio "O médico e o monstro", ao mesmo tempo que me curo me firo com a mesma intensidade. Talvez seja meu ying yang perceptível, pois ser geminiana, introspectiva e romântica é uma merda.
Vejo dentro de mim a velha chata que me manda estudar até dormir para conseguir uma bolsa na faculdade, a jovem sozinha que se sente incapaz de atender às exigências da velha e a menina que vê tudo cor-de-rosa, mas não é valente o suficiente para tirar as lentes e colorir, ela prória, o seu quadro em branco.
Foi uma metáfora, deu para entender?
É, eu sei, às vezes eu também não me entendo, basta me dar uma folha e um lápis para que eu preencha cada espaço com frases, orações e períodos de meu sincretismo eloquente.
Estar bem é finito e estar mal também, só temos que ter paciência e força para mudar ou esperar a maré baixar.
Mas ainda me pergunto
Se um dia vou encontrar
"Alguém que me mate
E me dê a luz cada dia"
Como num conto que projeto
Meu verdadeiro "eu"
No qual eu adoro rimar...
E consequentemente
Me machucar.
O pior inimigo é aquele que é igual a você, o mundo é feito em ying yang para haver equilíbrio: "as forças do bem contra o mal", "filmes em preto e branco", "sorriso e lágrima separados apenas pelo nariz". Mas o que eu quero saber é como voltamos a nos estabilizar? Porque um lado pesa mais que o outro em certas situações não deixando nós pensarmos, agirmos e vivermos...
Eu estou cansada... Cansada de lutar e morrer na praia, cansada de sorrir quando não quero, cansada de fingir que está tudo bem enquanto eu mesma me engano jogando tudo para debaixo do tapede.
Minha cabeça é minha pior inimiga, não preciso de ninguém para falar que se eu continuar assim vou ficar sozinha para sempre...
O grande problema é que me acostumei a ficar à margem da minha própria vida. Parece que tudo que vivi até agora não passou de um sonho e agora vivo essa realidade que faz questão de me fazer cair e que cada vez que tento me levantar, eu caio de novo. Só sei que me perdi...
Viver em sincretismo é estranho, enquanto escrevo palavras tristes penso em coisas boas como o quanto isso vai me engrandecer ou que tais desventuras fazem parte da vida, ocilações perfeitas em 1,618 do divino.
Só que às vezes eu esqueço de me salvar... Esqueço porque respiro, porque estou sozinha, porque dou tantos custos aos meus pais e etc.
Mas deve fazer parte do Sol na casa 12 que tenho, eu sou meu próprio "O médico e o monstro", ao mesmo tempo que me curo me firo com a mesma intensidade. Talvez seja meu ying yang perceptível, pois ser geminiana, introspectiva e romântica é uma merda.
Vejo dentro de mim a velha chata que me manda estudar até dormir para conseguir uma bolsa na faculdade, a jovem sozinha que se sente incapaz de atender às exigências da velha e a menina que vê tudo cor-de-rosa, mas não é valente o suficiente para tirar as lentes e colorir, ela prória, o seu quadro em branco.
Foi uma metáfora, deu para entender?
É, eu sei, às vezes eu também não me entendo, basta me dar uma folha e um lápis para que eu preencha cada espaço com frases, orações e períodos de meu sincretismo eloquente.
Estar bem é finito e estar mal também, só temos que ter paciência e força para mudar ou esperar a maré baixar.
Mas ainda me pergunto
Se um dia vou encontrar
"Alguém que me mate
E me dê a luz cada dia"
Como num conto que projeto
Meu verdadeiro "eu"
No qual eu adoro rimar...
E consequentemente
Me machucar.
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