Primeiro dia: dez coisas que você gostaria de dizer a dez pessoas diferentes agora.
Segundo dia: nove coisas sobre você.
Terceiro dia: oito maneiras de ganhar seu coração.
Quarto dia: sete coisas que cruzam muito a sua mente.
Quinto dia: seis coisas que você gostaria muito de fazer que ainda não fez.
Sexto dia: cinco pessoas que significam muito pra você.
Sétimo dia: quatro coisas que você nunca esqueceu.
Oitavo dia: três coisas que você gostaria de esquecer.
Nono dia: dois smileys que descrevem a sua vida agora.
Décimo dia: uma confissão.
--x--
- Do dia que sentei no chão da minha cozinha e chorei compulsivamente por causa da morte da minha avó.
- Das noites que passei em claro pensando besteira e me sentindo super mal com isso.
- Do único flash que eu me lembro do dia em que os meus pais me disseram que iriam se separar.
contos, poesias, histórias e ninharias. encheções de linguiça, músicas e velharia. sonhos, tempo, momentos e pensamentos. discussão, ação, contradição e emoção. palavras e silêncios, tudo e nada.
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
três oitavos.
Primeiro dia: dez coisas que você gostaria de dizer a dez pessoas diferentes agora.
Segundo dia: nove coisas sobre você.
Terceiro dia: oito maneiras de ganhar seu coração.
Quarto dia: sete coisas que cruzam muito a sua mente.
Quinto dia: seis coisas que você gostaria muito de fazer que ainda não fez.
Sexto dia: cinco pessoas que significam muito pra você.
Sétimo dia: quatro coisas que você nunca esqueceu.
Oitavo dia: três coisas que você gostaria de esquecer.
Nono dia: dois smileys que descrevem a sua vida agora.
Décimo dia: uma confissão.
--x--
- Beijos no pescoço. (nooooooooossa)
- Olhar para mim quando eu finjo que não to vendo. (adoro! tudo começa por aí)
- Gestos de carinho bobos que só a gente acha que é super lindo e maravilhoso como: o garoto de oferecer a última bala do pacote. (isso quer dizer que ele te ama, claro! afinal era a última bala... claro, faz super sentido)
- Inteligência. (prefiro muito mais, muito mais afrodisíaco um cara te recitar Camões do que falar que pegou sei lá quantos quilos na academia hoje)
- Bom papo. (ahh isso também é essencial, já pensou... "cri cri, então... cri cri... ahh vamos logo para o beijo então")
- Carinhos. (isso também é muito bom, apesar de ser meio irritante para os outros as mãozinhas dadas, as brincadeirinhas a dois, os chamegos e beijinhos toda a hora)
- Gostar de música e filmes bons. (ahh não dá para mim Katinguelê e filmes de sessão da tarde, nada contra, só não é pra mim)
- Sentimento de troca intelectual e de experiências. (acho importante também um relacionamento de troca, tudo bem que pode haver desentendimentos às vezes, mas se eles ajudam um ao outro a rever conceitos e orgulhos, tudo certo, afinal aprender é sempre bom)
Segundo dia: nove coisas sobre você.
Terceiro dia: oito maneiras de ganhar seu coração.
Quarto dia: sete coisas que cruzam muito a sua mente.
Quinto dia: seis coisas que você gostaria muito de fazer que ainda não fez.
Sexto dia: cinco pessoas que significam muito pra você.
Sétimo dia: quatro coisas que você nunca esqueceu.
Oitavo dia: três coisas que você gostaria de esquecer.
Nono dia: dois smileys que descrevem a sua vida agora.
Décimo dia: uma confissão.
--x--
- Beijos no pescoço. (nooooooooossa)
- Olhar para mim quando eu finjo que não to vendo. (adoro! tudo começa por aí)
- Gestos de carinho bobos que só a gente acha que é super lindo e maravilhoso como: o garoto de oferecer a última bala do pacote. (isso quer dizer que ele te ama, claro! afinal era a última bala... claro, faz super sentido)
- Inteligência. (prefiro muito mais, muito mais afrodisíaco um cara te recitar Camões do que falar que pegou sei lá quantos quilos na academia hoje)
- Bom papo. (ahh isso também é essencial, já pensou... "cri cri, então... cri cri... ahh vamos logo para o beijo então")
- Carinhos. (isso também é muito bom, apesar de ser meio irritante para os outros as mãozinhas dadas, as brincadeirinhas a dois, os chamegos e beijinhos toda a hora)
- Gostar de música e filmes bons. (ahh não dá para mim Katinguelê e filmes de sessão da tarde, nada contra, só não é pra mim)
- Sentimento de troca intelectual e de experiências. (acho importante também um relacionamento de troca, tudo bem que pode haver desentendimentos às vezes, mas se eles ajudam um ao outro a rever conceitos e orgulhos, tudo certo, afinal aprender é sempre bom)
domingo, 31 de maio de 2009
Magical Mystery Tour - Capítulo 3
Anna (Go To Him)
-Eu te liberto.
-Como é que é?
-Já disse, eu te liberto.
-Você só pode estar brincando comigo, Billy. Eu não acredito nisso!
-Anna, você vem e me pede, garota. Para eu te libertar, garota. Não é que quer? Eu te liberto.
Billy encara sua (ex)namorada com um sorriso sarcástico no rosto voltando a tocar seu violão deixando a garota de cabelos encaracolados cada vez mais vermelha de raiva. O garoto dedilha o violão de olhos fechados tentando não se aborrecer com as reclamações dela, já não era sem tempo, ele pensa. Anna podia ser a loirinha bonitinha que todo rapaz gostaria de ter, mas realmente...
-Você sabe se me dispensar Billy Shears, será o maior erro de sua vida! Está me ouvindo? Tem assim de garoto correndo atrás de mim, aquele seu amigo disse que até me ama mais do que você, coisa que eu acredito, pois você e amor não combinam Billy Shears!
-Você diz que ele te ama mais do que eu... Deve ser então a verdade absoluta, garota. Não seja por isso, então eu a libertarei, Anna. Vá com ele.
-Ahhh! "Vá com ele"?
Anna bate o pé perto onde estava o cotovelo de Billy fazendo ele abrir os olhos pelo acesso de loucura dela em pé enquanto ele tocava tranquilo sentado no chão do estúdio.
-Eu sabia! Sabia que iria preferir essa maldita banda a mim. Se tivesse que salvar seu violão ou eu é claro que seria essa coisa.
-Pelo menos só emite som quando eu quero...
-O que você disse?
Anna coloca as mãos na cintura respirando com dificuldade, ela encara aquela cabeçinha de fios dourados ir levemente para frente e para trás como se tivesse entoando um mantra para si mesmo ao som quase imperceptível de seu violão.
-Já chega! Eu já vou.
-Garota, antes que você vá agora, eu quero que saiba que eu continuo te amando. Mas se ele te ama mais do que eu, vá com ele.
-Eu duvido que haja qualquer sentimento ai nesse seu suposto coração. Você nunca me dá atenção. É por isso que nunca consegue ter a garota de seus sonhos, eu poderia ser ela, mas como sempre você não me dá chances.
Billy por um momento cessa sua música e olha para cima com seus olhos verdes-água a figura da garota que estava começando a não mais se arrepender do que falava. Ela só está falando um bando de asneira, ele pensa tentando não elevar a voz e fazer nenhuma besteira.
-Toda a minha vida, eu estive procurando por uma garota para me amar como eu te amo. Por um momento eu até pensei que seria você, mas me enganei. A garota que conseguir acompanhar esse meu jeito estranho e mesmo assim me amar do jeito que eu sou, terá o meu amor. O que ama em mim é sua idealização que quer me modificar a ser um cara que não sou. Toda a garota que eu sempre tive quebrou o meu coração e me deixou triste. O que supostamente devo fazer?... Não vai ser você.
Anna soluça deixando involuntariamente duas lágrimas saírem de seus olhos azuis. Billy secamente a observa fazer aquele showzinho novamente e volta a tocar seu violão olhando para baixo. A menina limpa suas lágrimas e se dirige a porta de saída, mas antes que pudesse ir embora, Billy se pronuncia:
-Anna, só mais uma coisa, garota. Devolva seu anel para mim. E eu te libertarei. Para poder ir com ele.
Anna num lapso de raiva atira o anel na testa de Billy para machucar. Após massagear sua testa, Billy fita os olhos de Anna à porta com leve repulsa. Ela volta a gritar babaca pela décima nona vez desde que tinha invadido o estúdio para avisar que queria se libertar, Billy sorri irônico e até rindo do estado emocional dela, o que a deixou ainda mais abalada. Anna bate a porta ainda chorando deixando Billy sozinho na sala fria.
Após todo o drama, Billy se recosta na parede e suspira fundo. Tenta voltar a imaginar o porque tinha começado a namorar Anna, devia ter sido naquela festa... Ou no PUB? Só lembrava de tê-la visto e pensado que sua figura suplantava o que falava.
Nunca ninguém iria entender... Todas aquelas garotas nem tentavam. Ele nem entendia o porque se deixava envolver, se é que aquilo que sentia pudesse ser algum dia denominado de amor. Será que algum dia teria sentido isso? Será que um dia ainda vai sentir? Não sabia... Tudo que tinha em mente agora era um certo alívio. Foi até bom ter terminado tudo antes do grande dia, Anna não poderia acompanhá-lo e agora que refletia, ele não queria e com certeza ela bateria o pé sendo uma chata e até estragar todos seus planos.
-Ai...
Billy treme só de pensar no barraco que seria. Estava bem sozinho novamente, o que achou estranho, pois tinha imaginado que quando terminasse com ela ficaria bem pior do que imaginava. Mas não estav. Estava bem. Estava livre.
Billy sorri para si mesmo quando volta a olhar para esquerda deixando uns fios dourados cair em seus olhos. Era o anel ali jogado no chão de carpete. Ele o pega e o observa com atenção. Só pôde rir da situação, não era a primeira vez que isso acontecia. As meninas diziam que os relacionamentos acabavam por sua culpa, poderia até ser, ele ri de novo.
-O que devo fazer...
Ele reflete olhando para cima tocando uma valsinha que tinha acabado de compor.
-Eu te liberto.
-Como é que é?
-Já disse, eu te liberto.
-Você só pode estar brincando comigo, Billy. Eu não acredito nisso!
-Anna, você vem e me pede, garota. Para eu te libertar, garota. Não é que quer? Eu te liberto.
Billy encara sua (ex)namorada com um sorriso sarcástico no rosto voltando a tocar seu violão deixando a garota de cabelos encaracolados cada vez mais vermelha de raiva. O garoto dedilha o violão de olhos fechados tentando não se aborrecer com as reclamações dela, já não era sem tempo, ele pensa. Anna podia ser a loirinha bonitinha que todo rapaz gostaria de ter, mas realmente...
-Você sabe se me dispensar Billy Shears, será o maior erro de sua vida! Está me ouvindo? Tem assim de garoto correndo atrás de mim, aquele seu amigo disse que até me ama mais do que você, coisa que eu acredito, pois você e amor não combinam Billy Shears!
-Você diz que ele te ama mais do que eu... Deve ser então a verdade absoluta, garota. Não seja por isso, então eu a libertarei, Anna. Vá com ele.
-Ahhh! "Vá com ele"?
Anna bate o pé perto onde estava o cotovelo de Billy fazendo ele abrir os olhos pelo acesso de loucura dela em pé enquanto ele tocava tranquilo sentado no chão do estúdio.
-Eu sabia! Sabia que iria preferir essa maldita banda a mim. Se tivesse que salvar seu violão ou eu é claro que seria essa coisa.
-Pelo menos só emite som quando eu quero...
-O que você disse?
Anna coloca as mãos na cintura respirando com dificuldade, ela encara aquela cabeçinha de fios dourados ir levemente para frente e para trás como se tivesse entoando um mantra para si mesmo ao som quase imperceptível de seu violão.
-Já chega! Eu já vou.
-Garota, antes que você vá agora, eu quero que saiba que eu continuo te amando. Mas se ele te ama mais do que eu, vá com ele.
-Eu duvido que haja qualquer sentimento ai nesse seu suposto coração. Você nunca me dá atenção. É por isso que nunca consegue ter a garota de seus sonhos, eu poderia ser ela, mas como sempre você não me dá chances.
Billy por um momento cessa sua música e olha para cima com seus olhos verdes-água a figura da garota que estava começando a não mais se arrepender do que falava. Ela só está falando um bando de asneira, ele pensa tentando não elevar a voz e fazer nenhuma besteira.
-Toda a minha vida, eu estive procurando por uma garota para me amar como eu te amo. Por um momento eu até pensei que seria você, mas me enganei. A garota que conseguir acompanhar esse meu jeito estranho e mesmo assim me amar do jeito que eu sou, terá o meu amor. O que ama em mim é sua idealização que quer me modificar a ser um cara que não sou. Toda a garota que eu sempre tive quebrou o meu coração e me deixou triste. O que supostamente devo fazer?... Não vai ser você.
Anna soluça deixando involuntariamente duas lágrimas saírem de seus olhos azuis. Billy secamente a observa fazer aquele showzinho novamente e volta a tocar seu violão olhando para baixo. A menina limpa suas lágrimas e se dirige a porta de saída, mas antes que pudesse ir embora, Billy se pronuncia:
-Anna, só mais uma coisa, garota. Devolva seu anel para mim. E eu te libertarei. Para poder ir com ele.
Anna num lapso de raiva atira o anel na testa de Billy para machucar. Após massagear sua testa, Billy fita os olhos de Anna à porta com leve repulsa. Ela volta a gritar babaca pela décima nona vez desde que tinha invadido o estúdio para avisar que queria se libertar, Billy sorri irônico e até rindo do estado emocional dela, o que a deixou ainda mais abalada. Anna bate a porta ainda chorando deixando Billy sozinho na sala fria.
Após todo o drama, Billy se recosta na parede e suspira fundo. Tenta voltar a imaginar o porque tinha começado a namorar Anna, devia ter sido naquela festa... Ou no PUB? Só lembrava de tê-la visto e pensado que sua figura suplantava o que falava.
Nunca ninguém iria entender... Todas aquelas garotas nem tentavam. Ele nem entendia o porque se deixava envolver, se é que aquilo que sentia pudesse ser algum dia denominado de amor. Será que algum dia teria sentido isso? Será que um dia ainda vai sentir? Não sabia... Tudo que tinha em mente agora era um certo alívio. Foi até bom ter terminado tudo antes do grande dia, Anna não poderia acompanhá-lo e agora que refletia, ele não queria e com certeza ela bateria o pé sendo uma chata e até estragar todos seus planos.
-Ai...
Billy treme só de pensar no barraco que seria. Estava bem sozinho novamente, o que achou estranho, pois tinha imaginado que quando terminasse com ela ficaria bem pior do que imaginava. Mas não estav. Estava bem. Estava livre.
Billy sorri para si mesmo quando volta a olhar para esquerda deixando uns fios dourados cair em seus olhos. Era o anel ali jogado no chão de carpete. Ele o pega e o observa com atenção. Só pôde rir da situação, não era a primeira vez que isso acontecia. As meninas diziam que os relacionamentos acabavam por sua culpa, poderia até ser, ele ri de novo.
-O que devo fazer...
Ele reflete olhando para cima tocando uma valsinha que tinha acabado de compor.
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